domingo, 17 de junho de 2012

Hasta la vista.


















Hoje é novamente dia de malas. 
Alguns dias duros de trabalho me esperam no país das tapas.
[humpf. não estou com grande vontade, não.]

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Ai Ross...



















Estamos no último episódio e até dói pensar que já está mesmo mesmo no fim.
Vão-nos fazer falta com a sua amizade, humor e cenas hilariantes.

Rrrrrrrrrrrrrrrrrr...

















Até me arrepio ao ver cortar cabelo.
É um trauma que tenho e custa-me sempre imenso cortar as pontas [e são mesmo só as pontas!]. Quando era miúda, uma cabeleireira criativa, fez a gracinha de me cortar demasiado o cabelo. Como a minha juba tem muito volume, passei os anos da adolescência com um cabelo quase tipo afro. Desde então, nenhuma cabeleireira põe as mãozinhas na minha cabeça. É a minha mãe que, a custo, me vai dando uns cortes.
Hoje, assisti ao impensável [para mim ser traumatizado e assustadiço]:

Senhora no cabeleireiro - Corte! Quero uma franja igual à da actriz da telenovela e o cabelo curto!
Cabeleireira de tesoura em riste - Tanto. Olhe que é um pouco demais.
Senhora no cabeleireiro - Não. Corte. Corte mais.

MEDO! Muito medo!
[entretanto, as minhas unhas ficaram lindas lindas numa nova cor.]

Não resisto - XLV

Tão queridos! :) 
Contaram-me o caso de um casal que tinha 2 filhos e decidiu ter mais 1. Foi então que... Surpresa!!... tiveram 4 gémeos.
Tenho apenas uma palavra a dizer: MEDO!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Ando a precisar disto.

Se ando...
Um dia de areia quente, com cheiro a mar e sabor a gelados.
Eu e tu. Um livro e algumas revistas. O nosso guarda-sol e água bem fresca.
[Mas numa praia mais deserta e calma.]
Pode ser? Please.


Nothing more than feelings
























Depois de aqui referir o início do workshop de teatro, nunca mais falei sobre o tema [shame on me!].
A verdade é que foi uma experiência muito gratificante, que superou em muito todas as minhas expectativas. E não, não tive que andar fingir que era uma galinha ou um peru.
Foi um workshop intenso, intimista e em que sentimos que nos estavam a ler o corpo e a mente. Permitiu-me compreender um pouco mais sobre a forma como vejo o mundo, como reajo em diferentes situações, como bloqueio perante a agressividade, como me fecho e protejo dos outros, como sou tão emocional. Sim. Porque eu não penso. Eu sinto. Sinto simplesmente. Emociono-me. Deixo-me levar pelas emoções em detrimento da razão. E tudo isto em situações simples do dia a dia.
Foram 3 aulas de descoberta. Momentos de exposição, de dádiva e de muita partilha. Com momentos difíceis, mas com um resultado muito muito muito enriquecedor. Afinal, o meu objectivo era sair da minha área de conforto e crescer um pouco mais.
Aconselho vivamente.
E, agora, quero ir mais além.
Venha daí o próximo workshop.

Yes, I do.

























Sempre. Always. Siempre. Toujours.