sábado, 4 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Está fresquinho, está.

Assim está o tempo pela Suíça.
[até me arrepiei e fui buscar umas meias mais quentinhas]

Foto daqui.

Mais uma grande verdade

























Tenho tudo o que queria? Não.
Faço tudo o que queria? Não.
Vivo sem nenhum problema? Não.
A vida podia ser mais alegre e mais fácil? Podia.

Mas, gosto da minha vida.
Gosto daquilo que tenho.
Gosto de tudo o que já alcancei.
E, mais importante, gosto [de coração bem cheio] dos que me estão próximos.
SINTO-ME FELIZ.

Tão verdade

Se não gosto e não acho importante, ponho na beira do prato.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Ok.. ok.

Está na hora de desfazer a árvore de Natal.
Este ano não fica até à Páscoa.
[um dia vou ser capaz de fazer um bokeh assim!]

Valores mais altos se levantam


















Sempre pensei assim, mas nem sempre o consegui colocar em prática.
O trabalho é uma parte importante da minha vida [e quero sentir-me realizada], mas não é a parte mais importante da minha vida. E sobretudo não é a minha vida.
Muitas vezes, passamos o dia preocupados com pormenores e com problemas que achamos serem o fim do mundo, mas que se pensarmos bem não têm importância nenhuma.
Há coisas muito mais importantes pelas quais vale a pena lutar e às quais devemos dedicar tempo.

Urticária

























É isto que me provocam as pessoas que acham que são melhores e mais importantes e mais mimimi. Irritam-me.
Ontem, fomos à estreia do Fantasma da Ópera no Casino Lisboa [Obrigada pelos bilhetes! :) ].
Como seria de esperar, estava carregadinho de VIPs - nestas coisas a brigada do croquete aparece sempre -, incluindo "Lady Betty e su Muchacho" e faz-me imensa confusão o ar de importância e superioridade que nos lançam, tipo "eu sou tão importante e sou tão conhecido e vou agora andar como se fosse um rei com a corte a seguir-me". Só não me irritei porque me deu vontade de rir do ar rídiculo. E então ri-me com vontade. Com muita vontade.